Há uma lista imensa de relatos de gestantes que passaram por humilhações em hospitais e maternidades durante todo o preparo, seja ele pré parto, parto e também no pós parto. Eu poderia ficar horas e horas escrevendo os absurdos que já ouvi em histórias que me foram contadas de pessoas conhecidas, fora aquelas que lemos pela internet que é de deixar você de queixo caído e até mesmo receosa com a sua hora.
Essa histórias são tão antigas que até mesmo pessoas mais velhas que sabem que já estamos em trabalho de parto, logo nos avisam das "cautelas" que devemos ter e uma delas é "não grite, não faça escândalo, as enfermeiras não vão gostar e muito menos lhe atender". Em resposta, já ouvi histórias em que mães de primeira viagem tiveram que aguentar tudo caladas, apenas dizendo sim ou não as perguntas feitas. Será que isso é realmente certo?
Uma das histórias mais revoltantes que ouvi foi de uma amiga que contou o relato de uma mãe com seus 16 anos em trabalho de parto, que não aguentava mais as dores das contrações e foi deixada na indução sem resultados. A mocinha não gerava passagem alguma, sofria com dores e sempre que pedia ajuda ou gemia alto de dor, ouvia graças como "na hora de fazer não fez esse drama todo!". Confesso que isso foi de me doer o coração e de imaginar até onde chega a falta de empatia pelo outro, inclusive até mesmo no momento em que a parturiente necessita de mais atenção e paciência. Seja ela mãe de primeira viagem ou de mais, ainda assim seu corpo responderá e agirá de uma maneira diferente a cada parto e inclusive a cada gestação.
Uma das histórias mais revoltantes que ouvi foi de uma amiga que contou o relato de uma mãe com seus 16 anos em trabalho de parto, que não aguentava mais as dores das contrações e foi deixada na indução sem resultados. A mocinha não gerava passagem alguma, sofria com dores e sempre que pedia ajuda ou gemia alto de dor, ouvia graças como "na hora de fazer não fez esse drama todo!". Confesso que isso foi de me doer o coração e de imaginar até onde chega a falta de empatia pelo outro, inclusive até mesmo no momento em que a parturiente necessita de mais atenção e paciência. Seja ela mãe de primeira viagem ou de mais, ainda assim seu corpo responderá e agirá de uma maneira diferente a cada parto e inclusive a cada gestação.
Em resumo, estamos falando nesse post sobre violência obstétrica. Deboches, ações bruscas, procedimentos não avisados a parturiente, impedir a mãe de ter acompanhante, separação da mãe e bebê saudável, ausência de assistência médica, cesária desnecessária apenas para benefício médico, humilhação por raça, credo, sexualidade e quantidade de filhos, são considerados violência obstétrica de acordo com o Ministério Público.
Essas ações não precisam ficar impune, ou melhor, NÃO DEVE! A denúncia deve ser feita na Defensoria Pública municipal, munido de cópia de prontuário médico e os documentos que todos os procedimentos que a gestante teve que fazer desde quando chegou no hospital ou maternidade.
Não permita que o dia mais aguardado depois de nove meses se torne um tremendo pesadelo. Mesmo com as possíveis dores, tudo vale a pena para ver aquele pequeno ser chegar ao mundo. Se informe de tudo que lhe é direitos, saiba mais sobre as leis em vigor para usar em sua defesa e em defesa de seu acompanhante!
Beijos da Preta!
Essas ações não precisam ficar impune, ou melhor, NÃO DEVE! A denúncia deve ser feita na Defensoria Pública municipal, munido de cópia de prontuário médico e os documentos que todos os procedimentos que a gestante teve que fazer desde quando chegou no hospital ou maternidade.
Não permita que o dia mais aguardado depois de nove meses se torne um tremendo pesadelo. Mesmo com as possíveis dores, tudo vale a pena para ver aquele pequeno ser chegar ao mundo. Se informe de tudo que lhe é direitos, saiba mais sobre as leis em vigor para usar em sua defesa e em defesa de seu acompanhante!
Beijos da Preta!

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